26 de junho de 2018

Jane Austen


Metade do mundo não consegue compreender os prazeres na outra metade.
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Muitas vezes perdemos a possibilidade de FELICIDADE de tanto nos prepararmos para recebê-la. Por que então não agarrá-la toda de uma vez?
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Não quero que as pessoas sejam muito gentis; pois tal poupa-me o trabalho de gostar muito delas.
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Receio bem que a agradibilidade de uma ocupação nem sempre revele a sua propriedade.
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A vaidade e o orgulho são coisas diferentes, embora as palavras sejam frequentemente usadas como sinónimos. Uma pessoa pode ser orgulhosa sem ser vaidosa. O orgulho relaciona-se mais com a opinião que temos de nós mesmos, e a vaidade, com o que desejaríamos que os outros pensassem de nós.
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25 de junho de 2018

citações de Sophie Arnould

A maior parte das mulheres galantes entrega-se a Deus quando o Diabo já não as quer.

Há pecados tão agradáveis que, se os confessasse, cometia o pecado do orgulho.

O amor é o mais agradável episódio do romance da vida, e o casamento o apagador do amor.

A amizade é irmã do amor, mas não na mesma cama.


25 de fevereiro de 2017

A sua dor

Por ser mais difícil
a mudança,
é que o caminho
permanece
espinhoso
doloroso
denso.


c.f.n -





22 de fevereiro de 2017

aspiração


Amor emergente
urgente e
ofegante
em nascente
do sofrimento
que outrora
submergiu
a alegria
do presente.
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c.f.n - vintedois / fev/ 17






17 de novembro de 2016

Hoje

meu ser parece ter recebido uma infusão
de sentimentos de todos os tipos e até
os que não sei nomear,
com a realidade crua do que é
as relações entre humanos
...e o mais triste é o impacto que esse
raio causou em alma minha: ela
perdeu-se...
e não percebe o encalço da virtude
que antes era seu único 
amparo: o de escrever poesias...
.................................................

FIM
17/11/2016
NOVEMBRO.

13 de novembro de 2016

Sempre novembro

Um passo mágico
no sentido oposto
e alma minha se perdeu
num labirinto
de belezas que criei.

Depois de meus olhos
verem que tudo era
realmente feio,
esta minha eterna solidão
intensificou,
expulsando desta vez
as margens de nuances
coloridas
das quais eu viajava com
meus sentimentos
e criava minhas cartas
e poesias.

Entrou novembro,
mês das partidas.
Novembro,
este cara que insiste
provocar-me a dor.

Das mortes que suportei
em todos os anos de novembro,
agora, desta vez,
não me recuperei...
e a tudo voltei a desacreditar,

As lágrimas constantes parecem
nem ao menos me acordar.
Este texto provando ser o ultimo,
não me sinto mais capaz de
poetizar...

**** fim ****




7 de novembro de 2016

um dia acreditei,
depois caí
desacreditei.

a poesia me acalmava.

um dia voltei a acreditar,
depois caí
desacreditei.

a poesia me acalmava.

um dia juntei as dores
joguei fora,
desacreditei.
continuei no chão.

a poesia me acalmava.

um dia juntei alegrias,
juntei-as no remendo do coração.

eu caí...
a poesia não mais está...

não acredito em mais nada.
e nem em mais ninguém...

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